Artigos e Notícias

Curiosidades sobre o Queijo Roquefort

Hoje vamos falar sobre o Queijo Roquefort que possui uma aparência de mofado e um cheiro extremamente forte e que utilizamos em um dos nossos principais pratos.
Através dos séculos, muitos tipos de queijos franceses ganharam fama. A França é o país de origem de vários queijos mais conhecidos do mundo.

A origem do nome: Roquefort é uma região da França, e o nome Roquefort só pode ser atribuído aos queijos feitos nesta região. Esta região fica ao sul da França onde se encontram muitas caves onde o se desenvolve o mofo encontrado nos queijos roquefort. Este mofo cresce naturalmente e na verdade nada mais é do que penicilina. Antigamente os franceses usavam esse queijo nas feridas por suas “propriedades curativas”. Isso muito antes da descoberta da penicilina.

Como eram feitos o Queijo Roquefort: Era colocado pedaços de pão na cave, depois de um tempo, quando o pão já estava verdinho de mofo, eles trituravam e transformavam esse “produto” em pó. Dependendo da técnica usada, poderia ser usado um spray para colocar o mofo nos buracos do queijo já pronto ou então misturar nos ingredientes do queijo antes de ser feito. Hoje em dia já usam outras formas de coletar o mofo, mas as caves ainda existem e são abertas ao público para visitações.

 


Agradecemos a nossa equipe, aos nossos clientes e a todos que de alguma forma colaboraram para esta conquista.

 


 

Blog Furando a Dieta com Sandra Regina

La Chaumiére

Relutei em colocar como título desse post o nome do restaurante. Pra mim é Severino, não La Chaumiére. E também não Seve-rã, como já li em reportagens sobre o lugar e o chef. Severino, mesmo, brasileiro. Severino tem orgulho de ser brasileiro e  nordestino, e de saber como ninguém os segredos da autêntica e tradicional cozinha francesa. Então, o nome do restaurante é francês – La Chaumiére. Mas pode chamar de Severino também...(Para ver texto completo clique aqui)


 

Entrevista do Chef Severin ao programa Momento Temperado
Nas Expedições de Sabor Brasil, o chef pernambucano Severino relembra os 40 anos do La Chaumiere em Brasília.

Clique para ver o vídeo

 


 

CBN Sabores Brasília

Sexta, 19/03/2010

La Chaumière mantém qualidade e praticamente o mesmo cardápio desde 1966


 

La Chaumière
Publicado em: Guia da Semana Brasília - Noite e Gastronomia

Há 40 anos, o La Chaumière mantém a tradição deixada por madame Lucette e monsieur Roger Noel. Agora, quem comanda os pratos e toda a cozinha do restaurante francês é o pernambucano Severino Alves Xavier. Ele trabalha na casa desde os 16 anos de idade e a comprou de seus antigos proprietários.

O menu é o mesmo desde a inauguração da casa. Severino ou "Severran", com também é conhecido, acrescentou apenas dois pratos ao cardápio. Uma das novidades é o Filé Sevê-Rã, introduzido em 2007, um filé mignon ao molho de queijo roquefort, champigon, cebola e pimenta do reino.

Da gastronomia francesa, destacam-se o patê de fígado com torradas e cesta de pães e o filé au poivre. Para fechar a refeição, profiteroles. A casa conta também com 200 rótulos da adega climatizada.


 

La Chaumière
Publicado no Conheça Brasília Gourmet

Desde 1966, o La Chaumière é referência em gastronomia francesa em Brasília, com pratos elaborados pelos seus proprietários, os chefs Severino e sua esposa Maria. O ambiente bistrô é muito acolhedor e o atendimento sempre cordial, como um típico restaurante francês. A sugestão da casa é o Steak a Poivre (filét mignon com molho flambado no conhaque e pimenta do reino, com arroz à grega ou batata sauté), acompanhado de uma das boas opções oferecidas pela selecionada carta de vinhos. Suas especialidades já foram premiadas diversas vezes, pela Revista Veja Brasília, Guia Quatro Rodas e Revista Gula.

 


Tudo para ELAS
Publicado no jornal Correio Braziliense

Mulheres trazem inspiração. São elas as musas de poetas, compositores, artistas plásticos, dramaturgos e chefes. Isso mesmo. Quando o assunto é criação, a doçura, o perfume, a leveza e a forma feminina revelam-se farto material também para os mestres-cucas.

Daniella Gomide Xavier, Teca Camargo e Carla Autuari, por exemplo, já fazem parte da história gastronômica de Brasília. Elas e várias outras - algumas ainda meninas, candidatas a grandes mulheres - são as divas dos cardápios da cidade. Afinal, foi para homenageá-Ias que novas receitas nasceram por ocasião do Dia, Internacional da Mulher, comemorado dia 8, o Correio traz um roteiro das delícias preparadas para elas.

Desde a inauguração, em 1966, apenas duas novas receitas foram incorporadas ao pequeno cardápio do restaurante francês La Chaumière. A primeira foi há 21 anos, quando nasceu Daniella Gomide Xavier filha do proprietário, Severino Alves Xavier. "Eu olhava para ela e pensava: essa menina vai ser uma pimentinha", conta Severino, que criou, em homenagem a ela, um filé ao molho de queijo roquefort e pimenta-do-reino. A receita, que recebeu o nome de filé à Daniele "pus Daniele para afrancesar um pouco", esclarece o pai.

A segunda inovação foi há dois anos, quando nasceu a neta Gabriela, filha do primogênito do chefe. "Ela era sorridente, uma doçura. Então resolvemos fazer um prato agridoce", lembra Severino, que, desta vez, contou com a ajuda da mulher e avó coruja, Maria das Graças Gomide Xavier. O resultado foi o filé à Gabriela ao molho de abacaxi, mostarda, suco de laranja, vinho e champignon.